terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Nosso eu

 
Não tente adivinhar meus passos, 
olhar minha obra, 
tirar minha roupa. 
Não pense que sou tolo, 
sei o quer, 
sei o quero, 
mas te engano, 
 não demoro. 
Quero na face marcas de fase, 
fase minha,  
de mais ninguém. 
Não tente tentar me entender, 
sou pequeno demais, 
para tanto que tenho.
E o que carrego? 
Por horas, 
não vira obra,
não vira tóca,
não vira nada,
mas se vira, 
e vira.