Amor é...
Os amores que vem, levam consigo um eu do passado, compara um "nosso" não mais presente, invade e desvenda emoções guardadas em tênue esconderijo.
Que culpa tenho se dos trópicos, herdei apenas o frio e as lamentações? Que culpa tenho se, as cores fogem e essa alegria descontida não chega-me?
Carrego em meu íntimo, que o amor é a expropriação de tudo que escondemos ilegalmente.
Os amores que vem, levam consigo um eu do passado, compara um "nosso" não mais presente, invade e desvenda emoções guardadas em tênue esconderijo.
Que culpa tenho se dos trópicos, herdei apenas o frio e as lamentações? Que culpa tenho se, as cores fogem e essa alegria descontida não chega-me?
Carrego em meu íntimo, que o amor é a expropriação de tudo que escondemos ilegalmente.
Uma condenação à quem tanto procura
simetria. Uma libertação à quem vive. Um despertar cheio de nós...
"Em pé, com pé, sem fé, do mar, pro mar, sem fim, enfim:
Eu; Diego para ti..."
"Em pé, com pé, sem fé, do mar, pro mar, sem fim, enfim:
Eu; Diego para ti..."
Talvez, a chegada da complementação de mais um ano, mais uma primavera e mais um Outono, esteja me forçando a escrever sobre um nós não existente, mas ainda assim, presente...
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