terça-feira, 1 de novembro de 2011

Tempo

Tenho raiva de saudade, de céus nublados
De ser daqui, mas de lá cantar minha liberdade
De um não ter pra onde ir
Com esses olhos sempre fechados


Gosto mesmo é do sol, de nuvens abertas
Mas aqui neste espaço que me aperta 
Com desenhos ligeiros pra chamar de meu
Só aumenta a agonia da espera




Voar por aí sem me preocupar
Amar de longe, só pra não recuperar
Com um coração não sei onde
Sendo simplesmente vento



Mas a tal da saudade, eu odeio
coisa sem graça, sem anseio
Um buraco que se estabelece
Que com o tempo tudo desaparece




No fim gostaria de ser chuva
Com medo escorreria para qualquer canto
Com raiva gritaria feito trovões
Com amor serenaria
Á procurar por novas paixões.

2 comentários:

  1. "Mas a tal da saudade, eu odeio
    coisa sem graça" *----*

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  2. Não é????? Detesto sentimentos vazios, prefiro estar sempre perto, por perto!!!

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