Sou condenada pelos dias.
Estou refém em minha cela especial.
Os passos hoje,
não tem espaço.
Os olhos que já não enxergam,
cercados estão.
A boca que de tanto gritar,
seca esta por não receber.
Algo pede sem perceber.
Minha sentença,
hoje assinada foi,
de vitima,
nada hoje sou.
No colo carrego,
uma decepção sozinha:
Vida morta,
Podre,
à cada dia.
Estou refém em minha cela especial.
Os passos hoje,
não tem espaço.
Os olhos que já não enxergam,
cercados estão.
A boca que de tanto gritar,
seca esta por não receber.
Algo pede sem perceber.
Minha sentença,
hoje assinada foi,
de vitima,
nada hoje sou.
No colo carrego,
uma decepção sozinha:
Vida morta,
Podre,
à cada dia.
Forte.
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