segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Ser para não ser!

O olhar que tira,
a mão que apazigua a dor,
agora esta prestes a morrer.
A cina que assinou com sangue,
em um parto, parido para nada,
hoje lamenta.
O peito que por vezes rejeitava,
a cabeça agora se apóia,
um pensamento obscuro,
no escuro.
A luz que chega aos olhos,
é som,
aurora nova se anuncia,
e dessas mãos ferozes,
Agora gosto!

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