Estes dias nublados, escuros e interessantes, forçou-me começar a pensar o papel do artista na "sociedade moderna". Para alguns autores o artista é o guardião dos sonhos, responsável por manter de alguma forma a poesia de formas contorcidas, muitas vezes de aço, e sim, por que não? Tirar versos de onde as pessoas cotidianamente enxergam ruínas de um tempo, cada vez mais mercantilizado, onde sonhos sim, se vendem! Vou além, para além. Acredito que o artista hoje se faz, refaz, constrói, descontrói e alcança um campo onde talvez só ele consiga entrar. O subjectivo é a arte, e neste campo onde cada qual tira, retira, integra e se entrega de forma única, é onde o artista caminha, voa e chega lá, esta em casa e convida-nos a entrar, se emocionar...
PENSAR!
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