As magras crianças não comem
As folhas sem tempo, caem
A morte os cercam
Eles não podem reagir
Enjoa-me essa tal felicidade do homem
Secas elas brincam de achar nada
Brigam à procurar comida
Choram a perda de suas queridas
Que banzo sentem de suas pequeninas
A mãe sem esperança reza a praga que vem
Não é por mal, é pelo o que não tem
Mas a lua não demora, o chão se aflora
Lá se vai mais um frágil anjo negro
O lamento não basta, eles precisam comer
Tempo passa e não se pode correr
Os mais novos gritam ao ver
não há outro jeito, vão todos morrer!
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