Tudo foi muito rápido, mais ainda sinto seu gosto
Prensava-te na parede e você sorria
Deu química.
O pêlo da pele pelo corpo me arrepiava, eu gostava
A fruta proibida
Pela janela foi roubada.
Ainda hoje me pergunto o que houve
Com os joelhos ralados por ralar demais
Ralhava com o tempo que de mim te tirou
E suava, suave era quando parávamos.
Com as pernas bambas
Em pé, deitado, de lado
Como um clarão
Queimávamos pelo chão
O vapor da sua boca deixa marcas por meus nervos
Seu batom vermelho, ainda esta sob o espelho
Nos meus olhos ainda te vejo
Que seja belo nosso herdeiro.
E que o corpo não falhe
Que as pernas não se fechem
Eu quero pra você o melhor de mim
Você sabe me fazer gozar
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