sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Clarice e eu

Reparou que suas crônicas hoje tem vida? Pare mágica, mas você tocou a música do cotidiano com notas em forma escrita. Sabe, hoje lendo "Liberdade é pouco, o que eu procuro não tem nome!" notei seu nome, que alias é belo de se sentir. Clarice aos meus dias que seguem, para comigo estar só, para que contigo possa vomitar o que todos não sabem dizer.
Assim, caminhando só, comigo, o que você diria ao meu ouvido? Bom, acho que diria: 
"Você têm várias caras. 
Uma é quase bonita, 
outra é quase feia. 
Você é um o quê? 
Um quase tudo."

2 comentários:

  1. Me recomendaram Clarice por esses tempos.
    É uma escrita que os artistas muito se encontram, não só eles claro. Mas em particular as pessoas que sentem mais.

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  2. Sentir? Claro, a clareza que ela tem me encanta, quase fascina. É linda ainda que longe de ser brasileira nata, carrega consigo dentro de um peito despedaçado por guerras particulares a alegria de ser;
    Poeta pura de sacanagem, aquela que sente até sem querer, aquela que eu sinto muito querendo.

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