Ele para para ouvir coisas no acaso,
criadas na chuva desperdiçada
prontas para serem lidas,
por este moço carente.
Ele é como o vento,
mas não voa,
aliáz ele nunca deixou o chão,
sempre teve medo.
Ele se criou,
com fantasmas que só à ele visita,
com horários marcados
e bem definidos.
criadas na chuva desperdiçada
prontas para serem lidas,
por este moço carente.
Ele é como o vento,
mas não voa,
aliáz ele nunca deixou o chão,
sempre teve medo.
Ele se criou,
com fantasmas que só à ele visita,
com horários marcados
e bem definidos.
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