É como uma porta aberta,
não se tem como entrar.
Estranho é quando nos olhamos sem saber ao certo o que houve,
é como uma certa indigestão do que não se comeu,
do que não se sentiu.
É um toque de leve,
quase um sopro puro do acaso que teima em te colocar à frente de um espelho avesso,
onde não se enxerga coisa alguma.
Não sei ao certo,
não sei ao certo por que chegou ou de onde veio,
sei que agora parecer não querer sair,
esta impregnado em toda casa,
em toda roupa,
à cada esquina que dobro.
É agoniante esse esperar,
mais o pior,
é esperar,
que o que comi, logo a digestação aconteça,
ainda que lenta e gradual,
só assim esse enjoo acabará e
essa epifania,
logo,
da minha cabeça sairá...
não se tem como entrar.
Estranho é quando nos olhamos sem saber ao certo o que houve,
é como uma certa indigestão do que não se comeu,
do que não se sentiu.
É um toque de leve,
quase um sopro puro do acaso que teima em te colocar à frente de um espelho avesso,
onde não se enxerga coisa alguma.
Não sei ao certo,
não sei ao certo por que chegou ou de onde veio,
sei que agora parecer não querer sair,
esta impregnado em toda casa,
em toda roupa,
à cada esquina que dobro.
É agoniante esse esperar,
mais o pior,
é esperar,
que o que comi, logo a digestação aconteça,
ainda que lenta e gradual,
só assim esse enjoo acabará e
essa epifania,
logo,
da minha cabeça sairá...
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