Devoro sem fé o que um dia me segou,
com lâminas azuis,
feitas a mão por quem se fez sozinho.
Desboto no chão em,
cores vivas,
versos mal feitos,
olhos secos,
por não chorar,
errado amar
em mar sem par
Só, por mal amar.
Costuras avessas me mostra o que não sou,
o que um dia fui
sem proteção
exposto em galeria
alheia,
em margens de rio seco.
Minha respiração se abate,
a garganta séca,
e o grito não sai.
Sou espelho viradoque teima refletir
emoções desafinadas,
sem canção ou acordes.
com lâminas azuis,
feitas a mão por quem se fez sozinho.
Desboto no chão em,
cores vivas,
versos mal feitos,
olhos secos,
por não chorar,
errado amar
em mar sem par
Só, por mal amar.
Costuras avessas me mostra o que não sou,
o que um dia fui
sem proteção
exposto em galeria
alheia,
em margens de rio seco.
Minha respiração se abate,
a garganta séca,
e o grito não sai.
Sou espelho viradoque teima refletir
emoções desafinadas,
sem canção ou acordes.
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