quinta-feira, 24 de maio de 2012

Caminho só
 
A nostálgica poesia é uma vida entre linhas
Sejamos meninos ou meninas
Não basta ser, tem que comer até o último pedaço de pão
Ser dos outros eu não topo, de mim agora não abro mão.
Podemos caminhar por aí, sei lá
passear por belos jardins, e em flores viajar.
Seria sonho, um mundo livre para podermos nos encontrar
Mas se este mundo não vier,  force nossa hora?
Eu cansei de ser só, hoje brinco longe dos nós
Nós malvados que machucava-me sem pena
Ironia, hoje relato tudo através da mesma
Não sei quanto tempo é redondo
Nem sei falar sobre o vermelho de Marte
Mas essa saudade, que invade
Anda flertando com meus pensares covardes
E se revela forte e pronta:
Para buscar a verdade.

3 comentários:

  1. Adorei Diego quanto mais leio os seus textos mais me surpreendo com a sua sensibilidade. Acho fantastico tudo isso.

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  2. Obrigado as duas, mas tenho a impressão de que conheço a dona do post de cima... De qualquer maneira seja sempre muito bem vinda! Priscila, queria tanto te ler, muito mesmo!

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