segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Não é ódio
é perplexidade...

Você não tinha direito de invadir-me com suas palavras doces e causar tamanho estrago. 
Você não tem o direito de pedir-me para que eu largue meu cigarro. 
Você se quer tem o direito de estar ao meu lado. 
Sabe porquê? 
" Não há mais espaço neste peito que você deixou despedaçado!"
Não leio, nem escrevo, agora rabisco! 
Não quero que acredite, SAÍA. 
A porta que de fato abri, tranquei, e me desfiz das chaves...
Você sabe me fazer feliz, você percebe a aquarela que me falta, e faz falta. 
Mas não posso mais viver assim, esperando em uma estação, por um trem sem vagão!
Pode deixar;
você não correrá mais riscos. Não te marcarei em nenhum outro lugar.

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